Apr 03
Em um outro post que escrevi, Onde estão os desenvolvedores Rails, o Eduardo Scoz, desenvolvedor do site Mapia respondeu em um comentário o motivo de seu site não ser validado. Veja abaixo a resposta dele:
Ola pessoal! Sou o único desenvolvedor do site mapia.com.br ,listado aí acima! Primeiramente, deixe-me agradecer por incluir meu site na lista! Ver o nome do site ali ao lado de gente grande realmente me deixa muito feliz! :) Quanto a validacao xhtml no site, até pouco tempo atrás o mapia passava em todas as validacoes. Só que o html foi ficando muito complicado, e ao inves de me preocupar em validar tudo, resolvi que em breve vou dar uma grande limpada no código fonte, e por isso deixei passar. Ultimamente também, tenho me preocupado bastante também com a qualidade dos dados no site, e isso tem me gastado o pouco tempo que tenho para trabalhar no site. Manter dados atualizados (ou tentar manter) para todas as cidades, além das que vão aparecer logo), é algo que consume muito tempo, coisa que está escassa para mim hoje em dia. Fazer o site renderizar corretamente em todos ( ou maioria de ) browsers por aí também toma bastante tempo. De qualquer forma, valeu pelo comentário! Grande abraço, Eduardo Scoz
Mar 11
Primeiramente vou falar sobre o fato que me levou a escrever este post. Há um tempo atrás escrevi um post rápido falando da dificuldade de validar a marcação dos formulários em rails com o W3C validator. A minha reclamação foi ouvida, ou pelo menos o problema foi solucionado. Hoje já é possível que inputs com o name do tipo name="post[title]" passem na validação da W3C.Para verificar isto comecei a acessar alguns sites em rails, e fiquei pasmo com o fato de muitos deles não passarem na validação, por erros bestas como a falta de elementos básicos como a barra no final de tags como <br /> ou ainda o não fechamento de tags. Então fui na página do Rails e dei uma verificada nos sites indicados. O resultado foi: Dos projetos brasileiros em rails: Da amostra acima, temos 83% de reprovação no W3C Validator, o que atualmente acho demais! Na verdade acredito que com todos os recursos que o Rails oferece, a reprovação deveria ser muito menor, algo em torno do inverso do resultado atual, ou seja, 15%. Com este artigo não tenho como objetivo participar da promoção do Rails Podcast Brasil, mas sim alertar a todos os desenvolvedores da necessidade de ter um código limpo e semanticamente correto. Muitos podem achar que é exagero e paranóia ficar se preocupando com a validação da sua marcação, mas a verdade é que devemos pensar sempre no usuário, e não na conveniência de fazer uma marcação rápida para entregar o trabalho logo e receber. É muito importante discutir acima de tudo sobre a semântica da coisa, e dedicar um tempo especial para isso. Já perdi tardes batendo boca com os colegas de equipe - em especial com o Everton, que tem uma noção muito boa de padrões web e semântica - de como otimizar a marcação para deixá-la limpa e fácil de entender. Posso afirmar que não foi tempo em vão.
Feb 03
Hoje em dia cada byte a mais no seu código pode significar gigabites de tráfego ali na frente, por isso é necessário utilizar em cada página que é renderizada somente o que é preciso para aquela página rodar. O ideal é pôr o stylesheet_link_tag e o javascript_include_tag dentro de cada view, somente com os arquivos necessários. Porém, surge um problema grave, que é o fato de o elemento <link> não poder ficar fora do elemento <head>, ou seja, se você usar um layout padrão com n views, o seu arquivo que contém as Stylesheets ficará fora do elemento <head>, tornando seu código fora do padrão da w3C, o que para muitos não é importante, para mim é imprescindível. Mas como o Rails é muito bom, também pensaram nisso. O método de pôr stylesheets e javascripts que estão na view dentro do elemento <head> é muito simples. app/views/layouts/application.rhtml
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN"  "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="pt" lang="pt">
  <head>
    <meta http-equiv="content-type" content="text/html;charset=UTF-8" />
    <meta name="language" content="pt-br" />
    <meta name="generator" content="emacs" />
    <title>Título da sua página</title>

    <%= javascript_include_tag :defaults %>

    <!--  Pega os blocos de CSS e Javascript e exibe nesta região da sua marcação. -->
    <%= yield(:page_javascript) %>
    <%= yield(:page_stylesheet) %>
  </head>
  <body>
    <div id="wrap" >
      <%= yield %>
    </div>
  </body>
</html>
app/views/teste/view.rhtml
<% content_for(:page_stylesheet) do %>
  <%= stylesheet_link_tag 'redboox' %>
<% end %>

<% content_for(:page_javascript) do %>
  <%= javascript_include_tag 'redbox' %>
<% end %>

<div>
  <h4>Seu html aqui...</h4>
  ...
  ...
  ...
</div>
Jan 28
Acabo de ler um post bem legal no Nome do Jogo, é um screencast mostrando como utilizar Microformats com um gem do Ruby de forma fácil e rápida (como tudo no ruby). O nome deste gem é Mofo, ele é muito útil para chamar dados de um web service, como por exemplo seu perfil no Linkedin. Como o próprio Carlos Brando mencionou no Podcast dele com o Akita - o Rails PodCast Brasil - ele está preparando assuntos bem legais para os screencasts e aprendendo como se faz, então a dica é para algo sério e bem feito! Eu já postei algumas coisas sobre Microformats na versão 1.0 deste blog, pois eu vi uma palestra do Élcio Ferreira sobre o assunto no 9º ELPI. Eu particularmente achei esta idéia simples e muito produtiva, pois ela já permite que com uma extensão do Firefox chamada Operator, você tenha acesso fácil e rápido aos dados mais importantes do perfil da empresa ou da pessoa. Como fazer o seu Microformat com marcação XHTML? É Fácil! Agora se você quer algo mais sofisticado Carlos Brando é a solução.