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	<title>Vinicius Ebersol &#187; XHTML</title>
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	<description>Blog on Rails</description>
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		<title>Ruby on Rails 2.1, o que há de novo (What&#8217;s New)?</title>
		<link>http://vebersol.net/2008/06/13/ruby-on-rails-21-o-que-ha-de-novo-whats-new/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 21:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Ebersol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ruby on Rails]]></category>
		<category><![CDATA[XHTML]]></category>

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		<description><![CDATA[Mal saiu a versão 2.1 do Rails e o Carlos Eduardo já entrou “rasgando” juntamente com o Marcos Tapajós, da ImproveIT, Ambos foram protagonistas de uma façanha digna de um marco na história da Comunidade Rails Brasileira após lançarem sem &#8230; <a href="http://vebersol.net/2008/06/13/ruby-on-rails-21-o-que-ha-de-novo-whats-new/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-53" title="ruby_on_rails_2_1" src="http://vebersol.net/wp-content/uploads/2008/06/ruby_on_rails_2_1.jpg" alt="ruby_on_rails_2_1" width="317" height="240" /></p>
<p>Mal <a href="http://weblog.rubyonrails.com/2008/6/1/rails-2-1-time-zones-dirty-caching-gem-dependencies-caching-etc">saiu a versão 2.1 do Rails</a> e o <a href="http://nomedojogo.com">Carlos Eduardo</a> já entrou “rasgando” juntamente com o <a href="http://www.workingwithrails.com/person/7526-marcos-c-ssio-tapaj-s-martins-do-couto">Marcos Tapajós</a>, da <a href="http://improveit.com.br/">ImproveIT</a>, Ambos foram protagonistas de uma façanha digna de um marco na história da <a href="http://www.workingwithrails.com/browse/people/country/Brazil">Comunidade Rails Brasileira</a> após lançarem sem exagero nenhum <a href="http://www.nomedojogo.com/2008/06/06/o-primeiro-livro-sobre-rails-21-e-brasileiro/"><strong>o primeiro livro sobre Ruby On Rails 2.1 do mundo</strong></a> absolutamente de graça.</p>
<p>E não pára por aí não, em poucos dias já saiu a “versão em inglês do livro”: http://www.nomedojogo.com/2008/06/09/new-free-book-ruby-on-rails-21-whats-new/ para que todos o <a href="http://weblog.rubyonrails.com/2008/6/10/free-rails-2-1-book"><em>railers</em> do mundo</a> tenham acesso a esta bela publicação.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-54" title="ruby_on_rails_2_1_english" src="http://vebersol.net/wp-content/uploads/2008/06/ruby_on_rails_2_1_english.jpg" alt="ruby_on_rails_2_1_english" width="317" height="240" /></p>
<p>Eu não podia deixar passar esta notícia que sem dúvida nenhuma mostra o grande potencial dos profissionais de TI brasileiros.</p>
<p>Eu só dei aquela típica “passada de olhos por cima” para ver a qualidade do produto. Está sensacional. Contudo, ainda não parei para ler pois me encontro em uma fase complicada, <em>deadline</em> da monografia, menos de um mês para a entrega revisada e encadernada e aproximadamente um mês para a defesa. Após este período, prometo que junto com a comunidade brasileira estudarei muito para colaborar um pouco.</p>
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		<title>Redmine, o trac perfeito?</title>
		<link>http://vebersol.net/2008/03/12/redmine-o-trac-perfeito/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 21:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Ebersol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ruby on Rails]]></category>
		<category><![CDATA[XHTML]]></category>

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		<description><![CDATA[Como já disse algumas vezes, em nossa equipe estamos modificando a nossa estrutura, em busca de maior produtividade e integração de ferramentas como o Git. Já estamos experimentando o Retrospectiva, mas este não resolveu nossos problemas e ainda criou alguns &#8230; <a href="http://vebersol.net/2008/03/12/redmine-o-trac-perfeito/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já disse algumas vezes, em nossa equipe estamos modificando a nossa estrutura, em busca de maior produtividade e integração de ferramentas como o Git. Já estamos experimentando o <a href="http://retrospectiva.org">Retrospectiva</a>, mas este não resolveu nossos problemas e ainda criou alguns outros. Por exemplo, ele não tem ferramenta de estimativa de tempo, o que em nossa equipe é muito importante. Foi então que o Everton deu a idéia de utilizarmos o <a href="http://redmine.org"><strong>Redmine</strong></a>, é um trac em Rails que tem todos os recursos que utilizamos no <a href="http://trac.edgewall.org/">Trac</a> atual e além disso, tem muitos recursos que no Trac só funcionam como plugins.</p>
<p>Uma breve olhada no <a href="http://demo.redmine.org">demo do Redmine</a> nos deixou muito felizes, pois ele tem tudo que utilizávamos no Trac e mais um pouco! E o melhor de tudo, é em Ruby on Rails. Ok, é em Rails, mas o que isso tem a ver? Isso permite que além de termos a possibilidade de colaborar com a comunidade de desenvolvimento, possamos criar outros recursos que acharmos necessários ou integrar com uma futura ferramenta, como nosso site ou blog.</p>
<p>Entre os recursos que achamos diferenciais no Redmine, o principal é o fato de ele ser multi-projetos e permitir que o administrador determine a qual projeto cada usuário pertence. E o melhor de tudo, tem suporte a Git, o que atualmente tem se tornado muito importante para nós.</p>
<h3>Algumas telas do Redmine:</h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://vebersol.net/wp-content/uploads/2008/03/gantt.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-82" title="gantt" src="http://vebersol.net/wp-content/uploads/2008/03/gantt-300x195.png" alt="gantt" width="300" height="195" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://vebersol.net/wp-content/uploads/2008/03/issue_list.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-85" title="issue_list" src="http://vebersol.net/wp-content/uploads/2008/03/issue_list-300x195.png" alt="issue_list" width="300" height="195" /></a></p>
<p><a title="Análise de estimativas de tempo por ticket" href="/assets/2009/1/30/gantt.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-86" title="spent_time" src="http://vebersol.net/wp-content/uploads/2008/03/spent_time-300x195.png" alt="spent_time" width="300" height="195" /></a></p>
<h3>Alguns recursos do Redmine:</h3>
<ul>
<li><strong>Multiple projects support</strong></li>
<li>Flexible role based access control.</li>
<li>Flexible issue tracking system</li>
<li>Gantt chart and calendar</li>
<li>News, documents &amp; files management</li>
<li>Feeds &amp; email notifications.</li>
<li><strong>Per project wiki</strong></li>
<li><strong>Per project forums</strong></li>
<li><strong>Simple time tracking functionality</strong></li>
<li><strong>Custom fields for issues, projects and users</strong></li>
<li>SCM integration (SVN, CVS, Mercurial, Bazaar and Darcs)</li>
<li><strong>Multiple LDAP authentication support</strong></li>
<li>User self-registration support</li>
<li>Multilanguage support</li>
<li><strong>Multiple databases support</strong></li>
</ul>
<p>Com todos estes recursos, não tem porque não utilizar o Redmine. Veja <a href="http://www.redmine.org/wiki/redmine/Features">mais alguns recursos do Redmine</a>.</p>
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		<title>O que há com os desenvolvedores que utilizam Rails?</title>
		<link>http://vebersol.net/2008/03/11/o-que-ha-com-os-desenvolvedores-que-utilizam-rails/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 18:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Ebersol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padrões Web]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby on Rails]]></category>
		<category><![CDATA[XHTML]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiramente vou falar sobre o fato que me levou a escrever este post. Há um tempo atrás escrevi um post rápido falando da dificuldade de validar a marcação dos formulários em rails com o W3C validator. A minha reclamação foi &#8230; <a href="http://vebersol.net/2008/03/11/o-que-ha-com-os-desenvolvedores-que-utilizam-rails/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente vou falar sobre o fato que me levou a escrever este post. Há um tempo atrás escrevi um post rápido falando da dificuldade de validar a marcação dos formulários em rails com o <a href="http://validator.w3.org/">W3C validator</a>. A minha reclamação foi ouvida, ou pelo menos o problema foi solucionado. Hoje já é possível que inputs com o name do tipo <code>name="post[title]"</code> passem na validação da W3C.Para verificar isto comecei a acessar alguns sites em rails, e fiquei pasmo com o fato de muitos deles não passarem na validação, por erros bestas como a falta de elementos básicos como a barra no final de tags como <code>&lt;br /&gt;</code> ou ainda o não fechamento de tags. Então fui na página do Rails e dei uma verificada nos sites indicados. O resultado foi:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.basecamphq.com/">Basecamp</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://www.campfirenow.com/">Campfire</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://www.43things.com/">43 Things</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://odeo.com/">Odeo</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://www.shopify.com/">Shpify</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://www.fluxiom.com/">Fluxiom</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://www.joyent.com/connector/Secure-Backups/">Strongspace</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://www.typosphere.org/">Typo</a> &#8211; <span>Aprovado</span></li>
</ul>
<p>Dos projetos brasileiros em rails:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.spesa.com.br/">Spesa</a> &#8211; <span>Aprovado</span></li>
<li><a href="http://www.mapia.com.br/">Mapia</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://pelotascenter.com.br/">Pelotas Center</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
<li><a href="http://cangucucenter.com.br/">Canguçu Center</a> &#8211; <span>Reprovado</span></li>
</ul>
<p>Da amostra acima, temos 83% de reprovação no W3C Validator, o que atualmente acho demais! Na verdade acredito que com todos os recursos que o Rails oferece, a reprovação deveria ser muito menor, algo em torno do inverso do resultado atual, ou seja, 15%.</p>
<p>Com este artigo não tenho como objetivo participar da <a href="http://www.nomedojogo.com/2008/03/06/rails-podcast-brasil-episodio-8/">promoção do Rails Podcast Brasil</a>, mas sim alertar a todos os desenvolvedores da necessidade de ter um código limpo e semanticamente correto. Muitos podem achar que é exagero e paranóia ficar se preocupando com a validação da sua marcação, mas a verdade é que devemos pensar sempre no usuário, e não na conveniência de fazer uma marcação rápida para entregar o trabalho logo e receber. É muito importante discutir acima de tudo sobre a semântica da coisa, e dedicar um tempo especial para isso. Já perdi tardes batendo boca com os colegas de equipe &#8211; em especial com o Everton, que tem uma noção muito boa de padrões web e semântica &#8211; de como otimizar a marcação para deixá-la limpa e fácil de entender. Posso afirmar que não foi tempo em vão.</p>
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		<title>Microformats são uma maravilha, com Mofo melhor ainda!</title>
		<link>http://vebersol.net/2008/01/28/microformats-sao-uma-maravilha-com-mofo-melhor-ainda/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 05:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Ebersol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padrões Web]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby on Rails]]></category>
		<category><![CDATA[XHTML]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de ler um post bem legal no Nome do Jogo, é um screencast mostrando como utilizar Microformats com um gem do Ruby de forma fácil e rápida (como tudo no ruby). O nome deste gem é Mofo, ele é &#8230; <a href="http://vebersol.net/2008/01/28/microformats-sao-uma-maravilha-com-mofo-melhor-ainda/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de ler um post bem legal no <a href="http://www.nomedojogo.com/">Nome do Jogo</a>, é um screencast mostrando como utilizar <a href="http://microformats.org">Microformats</a> com um gem do <a href="http://www.ruby-lang.org/">Ruby</a> de forma fácil e rápida (como tudo no ruby). O nome deste gem é Mofo, ele é muito útil para chamar dados de um web service, como por exemplo seu perfil no <a href="http://linkedin.com">Linkedin</a>. Como o próprio Carlos Brando mencionou no Podcast dele com o <a href="http://akitaonrails.com/">Akita </a>- o <a href="http://www.rubyonrails.pro.br/podcasts">Rails PodCast Brasil</a> &#8211; ele está preparando assuntos bem legais para os screencasts e aprendendo como se faz, então a dica é para algo sério e bem feito!</p>
<p>Eu já postei algumas coisas sobre Microformats na versão 1.0 deste blog, pois eu vi uma palestra do <a href="http://elcio.com.br">Élcio Ferreira</a> sobre o assunto no <a href="http://www.locaweb.com.br/encontro">9º ELPI</a>. Eu particularmente achei esta idéia simples e muito produtiva, pois ela já permite que com uma extensão do <a href="http://getfirefox.com">Firefox </a>chamada <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/4106">Operator</a>, você tenha acesso fácil e rápido aos dados mais importantes do perfil da empresa ou da pessoa.</p>
<p>Como fazer o seu Microformat com marcação XHTML? <a href="http://blog.elcio.com.br/tags/microformats/">É Fácil!</a></p>
<p>Agora se você quer algo mais sofisticado <a href="http://www.nomedojogo.com/2008/01/28/episodio-6-consumindo-microformats-em-ruby/">Carlos Brando é a solução</a>.</p>
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		<title>A importância do parametro ALT na utilização de imagens</title>
		<link>http://vebersol.net/2008/01/27/a-importancia-do-parametro-alt-na-utilizacao-de-imagens/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Ebersol</dc:creator>
				<category><![CDATA[XHTML]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito me pergunto por que as pessoas não utilizam o parâmentro alt do elemento img no XHTML. Vou provar agora porquê é necessário utilizá-la. A tag alt permite que browsers leitores de tela, como o elinks identifiquem o que há &#8230; <a href="http://vebersol.net/2008/01/27/a-importancia-do-parametro-alt-na-utilizacao-de-imagens/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito me pergunto por que as pessoas não utilizam o parâmentro <em>alt </em>do elemento img no XHTML. Vou provar agora porquê é necessário utilizá-la.</p>
<p>A tag alt permite que browsers leitores de tela, como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ELinks"><strong>elinks</strong></a> identifiquem o que há na imagem através de texto. Como é possível ver abaixo, a linha que está marcada em branco com a escrita <strong>emacs no ubuntu </strong>é a imagem do post anterior.</p>
<p><a href="/assets/2009/1/30/elinks.png" title="Elinks com um artigo do WEBtudinho aberto"></a></p>
<p>Isto não é importante apenas para que um leitor de tela comum consiga explicitar o conteúdo da imagem, mas também para que deficientes visuais consigam identificar o que está no texto, garantindo maior acessibilidade ao seu site, bem como que os buscadores também consigam indexar a imagem, dando maior relevância ao seu site ao utilizar as palavras referentes à imagem.</p>
<p>Como usar o atributo alt? Simples:</p>
<p><code><br />
&lt;img src="sua_imagem.jpg" alt="texto referente a sua imagem" /&gt; </code></p>
<p>Atenção: fique atento à utilização do atributo alt em elementos como os de links, que é muito comum. <a href="http://www.maujor.com/w3ctuto/qatips/alt.html">Leia aqui</a> para saber como utilizar melhor o atributo alt em marcações XHTML.</p>
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