Mudando o repositório para git

Acabei de ler na lista de e-mails Rails-br um e-mail do Fábio Akita anunciando que o repositório do Rails irá migrar do Subversion para o Git. Isto tem um significado muito importante, pode significar o fim de uma era onde o subversion era dominante. Posso estar exagerando afirmando isto tão cedo, pois não sou vidente, mas hoje é o Rails, amanhã quem sabe o que será?

Aproveitando o post vou indicar também aos leitores e colegas que estão começando no Git este Micro tutorial de Git que o Fábio Akita, de novo ele, escreveu.

Recentemente fizemos a migração do Trac para o Redmine, justamente porque tem suporte a Git. No post anterior eu fiz uma pergunta a qual não respondi, pois precisaria testar a aplicação em produção. A pergunta de que o Redmine seria um trac perfeito no post anterior já pode ser respondida. Não é perfeito, é QUASE PERFEITO! Já pusemos ele em produção em um novo projeto e migramos um projeto que estava no Restrospectiva pra ele.

O relato do Everton J. Carpes é algo que sintetiza bem o que o Redmine significou para nós:

Perfeito soh o tempo dirá, porém excelente, certamente.

O Sistema realmente me surpreendeu. Entre as muitíssimas features interessantes, uma me chamou MUITO a atenção: “controle de workflow”.

O Redmine tem um mecanismo que permite ao administrador dele controlar o que eles chamam (comercialmente) de workflow, mas eu (geek) prefiro chamar de “máquina de estados”.

Através deste controle você consegue estabelecer como o tracker permitirá as alterações de estados de um ticket, e o mais maravilhoso, POR ROLE!!!

Isso simplesmente abre horizontes em termos de gerência, pois permite a você estabelecer padrões onde gerentes possam realizar tarefas X, desenvolvedores tarefas Y e por aí vai… Isso é uma forma clara de estabelecer os padrões de gerência de seu time de desenvolvimento sem complicar para ninguém.

Alem disso, claro as centenas de vantagens em features muito interessantes (como o suporte ao GIT como SCM!!! :D ).

Uma outra coisa maravilhosa sobre o Redmine eh que ele REALMENTE é uma aplicação Rails e segue suas convenções e práticas. Eu que estava já “de cara” com o Retrospectiva por ele não me dar suporte a outro mecanismo de e-mail que o smtp padrão, fiquei extremamente feliz de poder voltar a usar o msmtp.

Buenas, puxações de saco a parte, vamos agora aproveitar a ferramenta, contribuir se possível e procurar sempre por melhorias.

Mesmo assim, estamos muito atarefados, pois o Brasil começou a funcionar em abril, e de quebra eu estou na fase de redação da minha monografia.

 

Off-topic nem tão off assim

O trânsito é realmente um ambiente muito fértil para pensar na vida. Durante o tempo em que estava dirigindo pela cidade e recordando os problemas que estamos passando, pensei em várias dicas que poderia dar em relação à nossa experiência como Startup.

  1. Nunca conte com um cliente antes dele efetuar o primeiro depósito;
  2. Utilize sempre o mesmo software e a mesma identação, identações distintas acabam com os diff’s;
  3. Nunca se comprometa produzir a quantidade que não pode cumprir, a sua improdutividade afeta a produtividade dos membros da outra equipe;
  4. Sempre ponha um prazo de validade nos contratos, contratos antigos, com orçamentos antigos podem afetar o andamento das atividades atuais;
  5. E finalmente, por último, aprenda com os erros alheios para não repeti-los.

E como diria Leonardo Monasterio, meu orientador:

“Dado bom é o dado que a gente tem.”

Eis meus dados (Eu não queria perder a piada):

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