Rails Podcast Brasil – O feedback

Esse post é rapidinho, pois a manhã se aproxima. Hoje eu estava bem belo ouvindo o episodio #3 do Rails Podcast Brasil, com Carlos Brando e Fábio Akita, no final ambos imploraram por um feedback acerca do referido.

Pois então, meu comentário será breve e espero que contribua com alguma coisa. A primeira coisa que eu sinto falta é de um Feed do Podcast pra pôr no meu Rythmbox e receber as atualizacoes direto lá sem precisar salvar o MP3 no computador.

O conteúdo vem se mantendo agradável e bem interessante, exceto a parte que eles insistem em falar em Mac, pra que invejosos como eu se mordam (Tem jabá?), mas é claro, isso é só um brincadeira, o conteúdo tá jóia, consegui ouvir todos os podcasts até hoje por completo, o que é raro.

Uma sugestão pros próximos Podcasts é chamar convidados para debater sobre algum assunto, me lembro de ouvir o Podcast do Gilberto Jr., o [0-] taligado que tinha a ótima participação do Elcio Ferreira. Portanto, creio que participações eventuais são muito boas.

Sobre a teoria da oferta e da demanda do Akita, ele ficou no dilema sobre quem surge primeiro, “o ovo ou a galinha?”. Imagine que no caso que ele citou a afirmação é verdadeira, mas não é a lei.

Ahh! Falta também um player de podcast daqueles em flash que sao bem legais!

 

E a qualidade de áudio está ótima (headphone).

Microformats são uma maravilha, com Mofo melhor ainda!

Acabo de ler um post bem legal no Nome do Jogo, é um screencast mostrando como utilizar Microformats com um gem do Ruby de forma fácil e rápida (como tudo no ruby). O nome deste gem é Mofo, ele é muito útil para chamar dados de um web service, como por exemplo seu perfil no Linkedin. Como o próprio Carlos Brando mencionou no Podcast dele com o Akita - o Rails PodCast Brasil – ele está preparando assuntos bem legais para os screencasts e aprendendo como se faz, então a dica é para algo sério e bem feito!

Eu já postei algumas coisas sobre Microformats na versão 1.0 deste blog, pois eu vi uma palestra do Élcio Ferreira sobre o assunto no 9º ELPI. Eu particularmente achei esta idéia simples e muito produtiva, pois ela já permite que com uma extensão do Firefox chamada Operator, você tenha acesso fácil e rápido aos dados mais importantes do perfil da empresa ou da pessoa.

Como fazer o seu Microformat com marcação XHTML? É Fácil!

Agora se você quer algo mais sofisticado Carlos Brando é a solução.

A importância do parametro ALT na utilização de imagens

Muito me pergunto por que as pessoas não utilizam o parâmentro alt do elemento img no XHTML. Vou provar agora porquê é necessário utilizá-la.

A tag alt permite que browsers leitores de tela, como o elinks identifiquem o que há na imagem através de texto. Como é possível ver abaixo, a linha que está marcada em branco com a escrita emacs no ubuntu é a imagem do post anterior.

Isto não é importante apenas para que um leitor de tela comum consiga explicitar o conteúdo da imagem, mas também para que deficientes visuais consigam identificar o que está no texto, garantindo maior acessibilidade ao seu site, bem como que os buscadores também consigam indexar a imagem, dando maior relevância ao seu site ao utilizar as palavras referentes à imagem.

Como usar o atributo alt? Simples:


<img src="sua_imagem.jpg" alt="texto referente a sua imagem" />

Atenção: fique atento à utilização do atributo alt em elementos como os de links, que é muito comum. Leia aqui para saber como utilizar melhor o atributo alt em marcações XHTML.

O emacs funciona no Ubuntu SIM!

Há dias estava num dilema. Eu queria parar de trabalhar com o Aptana Radrails, pois ele me deixava muito dependente do mouse, e em termos de produtividade isto não é nada bom. Quando comecei a trabalhar com Rails, eu vi o Everton utilizando um editor simples, mas que cumpria o principal papel de um editor de texto: colorir e identar o código. Este editor se chama emacs.

O emacs é um editor bem estabelecido, como vocês podem ler no link acima, ele tem nada mais nada menos do que 32 anos. Embora tenha uma interface extremamente simples, o editor é um dos mais poderosos editores que eu já vi. Um dos recursos mais impressionantes é que posso identar uma linha (apertando TAB) de qualquer lugar da linha, não precisa ser necessáriamente do início. Além disso, ele permite que eu abra N frames na mesma janela, como vocês podem ver abaixo:

Pra quem faz download do emacs pelo ubuntu, via apt-get, nota que ele não colore o código, isto não é bug, é falta de configuração.

Então faça o seguinte:

  1. Se ainda não fez, instale o emacs, no terminal digite: sudo apt-get install emacs;
  2. Após instalado, rode o emacs abrindo as próprias configurações dele: emacs /home/seu_login/.emacs & (o & é para liberar o terminal);
  3. Procure no arquivo a seguinte linha: (global-font-lock-mode 0) e troque o valor 0 (zero) para 1 (um);
  4. Salve o arquivo: C-x, C-s (ctrl + x e ctrl + s);
  5. Abra um arquivo em html, .rhtml ou .rb para ver se está ok.

Quer aprender alguns comandos básicos do emacs? Que tal a Wiki do emacs?

Como validar a marcação XHTML de formulários em Ruby on Rails?

Este tópico não é uma explicação de como resolver o problema, mas é uma dúvida que surgiu agora. Quem trabalha com tableless sabe o quanto é importante validar a sua marcação no W3C Validator, a falta de fechamento de uma DIV ou um elemento que faltam atributos pode quebrar toda a página e podemos perder horas procurando o problema no código fonte da página.

O W3C Validator serve para isto, é um atalho para descobrir erros em apenas alguns segundos. No entanto, o tipo de formulário utilizado pelo Rails é diferente, ele utiliza dados armazenados em Hash, o que na verdade é um padrão adotado no Ruby.

Um input gerado com um helper do Rails, fica mais ou menos assim:

<p>
    <label for="company_name">Nome da empresa:</label><br />
    <input id="company_name" class="per" value="Google" size="30" name="company[name]" type="text">
</p>

Essa marcação não passa na validação da W3C, pois o name company[name] não é um padrão da W3C. Não sei o porquê, não encontrei respostas. Sigo em busca de alguma coisa.a

Bem vindo ao WEBtudinho v. 2.0

Esta é a segunda versão 2.0 do WEBtudinho que vai ao ar oficialmente neste sábado, 26 de janeiro de 2008. Não é por causa do ano novo que eu estou publicando a segunda versão do blog sem os posts anteriores. O que ocorreu foi que infelizmente eu perdi meus dados após a Hostiex (não recomendo) perder todos os dados do antigo blog.

Como blogar é um vício, não consegui ficar muito parado, tentei várias hipóteses (até mesmo blogar no Blogger) mas não deu. Atualmente estou um pouco endividado e não tenho dinheiro para pagar uma mensalidade de 20 reais para hospedar meu blog na Locaweb (jaba gratuíto) que é um dos únicos locais que eu recomendo pela segurança de seus dados (no Brasil). Se você tem um host razoável só para hospedar meu blog, entre em contato comigo, fico extremamente grato em divulgar sua marca aqui!

A versão 2.0 deste blog muda um pouco o foco, até porque isto já vinha acontecido comigo, ao mudar um pouco os meus interesses. Esta nova versão tem um blogueiro um pouco mais experiente com blogs e com esperança que tudo seja sempre melhor daqui pra frente.