Sep 30

Instale o Template Earthtone em seu Blog rodando em Mephisto

Acabo de criar um repositório no GitHub com o tema deste blog. Ainda ontem eu tinha vontade de criar um repositório para poder compartilhar este template do Wordpress que eu converti para utilizar no Mephisto. Atualmente, ainda existem algumas mudanças a fazer pois o HTML e as técnicas CSS não são as melhores. Se alguém quiser colaborar, sinta-se à vontade.

Repositório Git: http://github.com/vebersol/earthtone-to-mephisto/tree

Install Earthtone Theme in your Blog under Mephisto

I’ve just set up a repository in GitHub with the theme of this blog. Just yesterday I was thinking about creating a repository to share this template of Wordpress I convert to the mephisto. Currently, there are still some changes to make because the HTML and CSS techniques aren’t the best. If someone wants to collaborate, come in, you’re welcome!!

Sorry about my english! ;)

Git Repository: http://github.com/vebersol/earthtone-to-mephisto/tree

Sep 30
Novo tema do blog
icon1 vebersol | icon2 | icon4 30/09/2008| icon3 1 Comentário

Depois de muito tempo sem mexer em nada neste blog resolvi mudar a a cara dele para me motivar a escrever mais sobre o que eu tenho feito, como costumava fazer anteriormente.

Eu resolvi seguir a dica do Fábio Akita e converter um tema do Wordpress para Mephisto. O resultado ficou legal, embora eu tenha passado algum trabalho. O tema que eu estou utilizando foi encontrado aqui e se chama Earthtone. Em breve eu publicarei a conversão para que quem está cansado dos poucos e repetitivos temas do Mephisto tenham mais uma escolha de layout.

Aug 12
Railer de casa nova
icon1 vebersol | icon2 Off-topic | icon4 12/08/2008| icon3 2 Comentários

Hoje, com um tempinho a mais para ler meus Feeds vi que o ex-colega de trabalho Felipe Mathies está RE-lançando o seu blog em um domínio próprio. O Felipe trabalha em tempo integral com Rails utilizando técnicas de desenvolvimento ágil. Visite a nova casa dele na web agora.

Felipe Mathies

Updated: Incluí o http no link. Valeu Vinícius Krolow

Aug 05

A TeHospedo acaba de anunciar o lançamento do mod_rails em produção. É a primeira empresa de hospedagem brasileira a implementar o Passenger em seus servidores. Visite o Blog da TeHospedo para ler mais.

Se você tem dúvidas quanto a estabilidade do servidor, saiba que meu blog está rodando com Passenger há mais de um mês e não tive problemas na utilização. Recomendo!

Para assinar, clique aqui

Aug 04

Eu já estava enjoado do problema de transparência do flash 9 para o Linux. Saí em busca de uma solução genérica e funcional. Acabei me surpreendendo quando vi que já liberaram versões beta do flash 10.

Segundo alguns colegas aqui do escritório da Conrad Caine, o flash player 10 virá com 3D nativo entre outras features. Acabei de instalar e fiquei satisfeito com o resultado. Problemas de transparência e problemas de disposição (As animações em flash ignoravam o z-index, ficavam sempre à frente de tudo) foram resolvidos.

Clique aqui para baixar a versão do flash player 10 para Linux, Mac, Windows e etc…

Jul 10

Se você tem um pequeno projeto e não tem interesse em pagar um VPS para manter seu repositório git rodando com o redMine, configurá-los em sua hospedagem padrão é uma ótima e barata idéia. Eu recém fiz e achei muito simples fazer.

Antes de tudo é necessário que sua hospedagem tenha:

  • acesso disponível via SSH;
  • Ruby on Rails rodando com fcgi ou mod_rails
  • SVN instalado (opcional)
  • Git
  • Gerenciamento de chaves SSH pelo CPanel

Instalando o redMine

A instalação do redMine é muito simples. Basta seguir os passos do próprio site do redMine, clicando aqui e após configurar o redmine de acordo com as suas necessidades.

h3, Criando o repositório Git em sua máquina

Se você ainda não tem um repositório local, é necessário criá-lo, vamos aproveitar e criar uma aplicação Rails para já termos o que enviar ao servidor.

 $cd /home/usuario/workspace
 $rails my_git_project
 $cd my_git_project
 $git init
 $git add *
 $git commit -m "My first commit" 

Movendo o seu repositório para o seu shared host

Antes de mais nada é preciso ter em mente que só enviar o seu repositório Git por FTP pode não ter o funcionamento adequado. Para isso, prepare o seu repositório para ser movido.

 $cd ~/workspace
 $git clone - -bare my_git_project my_git_project.git
 $touch my_git_project.git/git-daemon-export-ok

Pronto, agora seu repositório está pronto para rodar em seu shared host. Agora é necessário enviá-lo para o seu host. Acesse por SSH ou FTP o seu shared host e crie um diretório (que eu vou chamar de src) na home de seu shared host, algo como /home/username/. Se você quiser enviar por SCP, faça o seguinte:

 $scp ~/workspace/src/my_git_project.git username@meudominio.com:/home/username/src

Pronto! Seu repositório Git já está no seu servidor e pronto para ser utilizado.

A partir de agora o endereço de seu repositório será algo como:

 $ssh://username@meudominio.com/~/src/my_git_project.git

Teste o seu repositório

 $git clone ssh://username@meudominio.com/~/src/my_git_project.git

Se você fizer isto, será solicitada a senha SSH do seu host. Digite a senha e terá o seu repositório em poucos segundos.

Liberando as suas chaves SSH

Assim como o Github você pode adicionar chaves SSH de sua máquina e de outros desenvolvedores que terão acesso irrestrito sem a necessidade de senha.

Atenção: Não são todos os shared hosts que têm está opção. Posso afirmar que a hospedagem que eu utilizo fornece esta opção.

MUITO IMPORTANTE: Quem tiver acesso irrestrito ao seu repositorio git também tera acesso irrestrito a todos os arquivos e bancos de dados do seu shared host.

Os passos a seguir são referência do meu CPanel.

Para inserir as chaves ssh de seu computador e de terceiros, faça o seguinte:

Para ter uma chave SSH é necessário criá-la, para isso, recomendo que leiam esta página do Github.

 $cd ~/.ssh
 $cat id_rsa.pub

Copie o resultado sem nenhum espaço em branco do início e faça o seguinte:

Procure o item SSH/Shell Access como mostra a imagem abaixo:

SSH/Shell Access

Após clique no botão Manage SSH Keys e clique em Import Key.

Cole a sua chave SSH como mostra a imagem abaixo (Não preencha os demais campos):

Import SSH Keys

Após clicar em import, vá à listagem de chaves públicas (Public Keys) e clique em Manage Authorization e após clique no botão authorize.

Pronto! Agora você não precisa mais digitar a senha de seu shared host toda vez que quiser fazer um clone ou enviar seus commits ao repositório.

Jul 05

Ontem ao publicar uma demo no ar, penei para descobrir porque eu não conseguia criar um novo produto durante o teste da aplicação. Utilizando o WEBRick eu conseguia criar normalmente. Seria um problema de banco de dados ou da utilização da versão de alguma gem? Além disso, todos os outros formulários de criação funcionavam.

O que será então?

Se trata de um bug no FCGI. Simplesmente quando o método multipart está definido como true, ao tentar cadastrar um dado novo no banco de dados, ele não consegue direcionar o POST para a action create do seu controller. A solução é simples e indolor. No seu form de new faça o seguinte:

<%= error_messages_for :product %>

<% form_for(:product, :url => "#{products_path}/", :html => { :multipart => true }) do %>

  <%= render :partial => 'form' %>

  <p>
    <%= submit_tag "Salvar" %>
  </p>
<% end %>

Note que no lugar de @products eu pus :product, :url => ”#{products_path}/”, isto porque o bug somente ocorre pela falta da barra após o nome do controller. Se a action do form estiver somente ”/products” ele irá entender que você quer acessar a action index e não o create. Com a barra no final da action tudo vai funcionar perfeitamente.

Qualquer dúvida, comente, talvez hajam soluções melhores.

O crédito para o descobrimento deste bug é para o Everton Carpes.

Jul 05

Ontem foi anunciado aos assinantes da TeHospedo.com.br que haverá oferecimento de hospedagem gratuita para quem quiser testar Rails utilizando o famoso mod_rails.

A hospedagem gratuita estará rodando durante os meses de julho e agosto para que a oferta do serviço seja da qualidade que a TeHospedo já oferece há tantos anos.

O que você terá para utilizar a hospedagem da TeHospedo:

  • Acesso SSH
  • Capistrano 2.4
  • Git e SVN
  • Rails 2.1
  • mod_rails
  • e muito mais…

Maiores detalhes sobre hospedagem Ruby on Rails com o mod_rails, clique aqui.

Se você não deseja utilizar os servidores da TeHospedo para testes e já quer rodar sua aplicação em produção, clique aqui e já tenha a sua conta ativada em menos de duas horas úteis.

A TeHospedo também está oferecendo hospedagem gratuíta para domínios .can.br, confira aqui.

SUPER PROMOÇÃO HOSPEDAGEM RAILS

Jun 24

Já é uma realidade que a comunidade brasileira de railers está crescendo de forma logarítmica, e para que haja mais espaço para esta comunidade no mercado brasileiro, nada melhor que começar mostrando o poder que ela tem. Depois do super lançamento do ano, por que não mostrar novamente para o mundo todo que nós podemos ir muito longe.

Why's (Poignant) Guide to Ruby

Colabore!

Para isso ocorrer, peço que vocês dediquem uma parte da sua semana lotada de trabalho para colaborar com o pessoal e finalizar a tradução do livro Why’s (Poignant) Guide to Ruby. Para saber mais, clique aqui.

Ps.: Em breve mais conteúdo relevante.

Jun 19

E - TextEditor: Textmate para windows

Quem acompanha screencasts sobre rails, escuta o Rails Podcast Brasil e o incessante louvor do Akita e do Carlos acerca do TextMate para Mac fica louco para ter um logo para poder utilizar aquela maravilhosa ferramenta. Infelizmente, Mac não é para qualquer desenvolvedor e nem para qualquer empresa.

Existem muitas alternativas que tentam simular o TextMate no Linux. Porém é um trabalho árduo configurar e o resultado nem sempre é o esperado. Em outros casos, você se depara em uma empresa que utiliza Windows (argh!) para desenvolver aplicações web e as alternativas (Eclipse, Aptana, Dreamweaver) são muito “pesadas” e horríveis quando comparadas a editores Unix.

Atualmente, me vi com necessidade de utilizar Windows e nenhum dos editores que são conhecidos são necessariamente o que eu procurava. O que mais se aproximava às minhas necessidades foi o Eclipse, contudo, não era nem perto do ideal. Saí a procura de um software que supria as minhas necessidades. Dei uma googlada e encontrei o E – TextEditor que parece ser uma ferramenta boa e segundo o screencast da página inicial tem bons recursos.

Estou instalando-o no momento e agora ele solicitou a instalação do Cygwin que está demorando um pouco. O software não é gratuito, porém pode valer o preço devido às suas features diferenciadas (entre editores windows).

Portanto, a solução para programar em Rails no Windows pode ser o E – TextEditor.

Jun 13

Promoção de Hospedagem Ruby on Rails com FCGI é aqui! Acesse o link do banner abaixo e tenha um descontão na hospedagem da TeHospedo.

SUPER PROMOÇÃO HOSPEDAGEM RAILS

Meu blog está hospedado lá e meus indicados têm desconto especial. Aproveitem.

Alguns recursos:

  • Hospedagem Ruby on Rails -v 2.0.2;
  • FastCGI;
  • Acesso SSH;
  • Suporte acessível (e de qualidade) durante o dia todo;
  • Baixa latência na conexão;
  • Atendimento disponível em muitas cidades do Brasil;
  • Garantia total de satisfação para um Railer tanto iniciante como veterano.
Jun 13

Ruby on Rails 2.1 Livro

Mal saiu a versão 2.1 do Rails e o Carlos Eduardo já entrou “rasgando” juntamente com o Marcos Tapajós, da ImproveIT, Ambos foram protagonistas de uma façanha digna de um marco na história da Comunidade Rails Brasileira após lançarem sem exagero nenhum o primeiro livro sobre Ruby On Rails 2.1 do mundo absolutamente de graça.

E não pára por aí não, em poucos dias já saiu a “versão em inglês do livro”: http://www.nomedojogo.com/2008/06/09/new-free-book-ruby-on-rails-21-whats-new/ para que todos o railers do mundo tenham acesso a esta bela publicação.

Ruby on Rails 2.1 Free Book English

Eu não podia deixar passar esta notícia que sem dúvida nenhuma mostra o grande potencial dos profissionais de TI brasileiros.

Eu só dei aquela típica “passada de olhos por cima” para ver a qualidade do produto. Está sensacional. Contudo, ainda não parei para ler pois me encontro em uma fase complicada, deadline da monografia, menos de um mês para a entrega revisada e encadernada e aproximadamente um mês para a defesa. Após este período, prometo que junto com a comunidade brasileira estudarei muito para colaborar um pouco.

Jun 13

Eu sei que estou atrasado, mas eu me explico… voltei a trabalhar como freela e estou com dedicação total a isso, bem como estou no mês final de conclusão da minha graduação em Economia, pela UFPel. Tenho dezenas de coisas que queria falar. Cheguei até a cogitar em fazer um post especial comentando TODO o Rails Podcast Brasil – Episódio 17 mas não dá pessoal, seriam coisas demais a comentar, SÉRIO!

Javascript auto include rails plugin?

O principal assunto que me motivou a escrever este post é o Javascript auto include rails plugin, que segundo o Carlos Brando ele facilita a utilização de Javascript sem precisar carregar todos os javascripts em seu layout base. Simplesmente você cria uma estrutura de diretórios dentro da public/javascripts igual a da pasta views e cada arquivo javascript deverá ter o nome da view em que ele deverá ser chamado.

Na minha Humilde opinião, esse plugin não é tão essencial e não tem uma utilidade tão generalizada, a não ser que você utilize um arquivo javascript para cada view, o que deve ser algo extremamente incomum. Utilizar este método é muito mais simples e permite reaproveitar quantas vezes necessário o arquivo javascript, e pasme, não só javascript! Você pode utilizar estes blocos para fazer o que quiser, seja para incluir os feeds de um modelo específico, folhas de estilo (CSS) de uma (ou umas) página específica. Você pode ver como fazer isto neste screencast também.

Pensei em criar uns helper’s para facilitar a utilização… mas não sei o quão necessário isto é, visto que é um método simples de usar.

Shoulda

O Shoulda realmente é uma mão na roda. E vou revelar um segredo, meu antigo colega de trabalho, Everton Carpes tinha feito algo semelhante, que testava inicialmente, muito menos coisas, mas a idéia no fundo era a mesma. Mas infelizmente alguém chegou antes. Para quem não tá entendo, estou me referindo a este link que está nas notas do Rails Podcast Brasil #17, Shoulda – Making tests easy on the fingers and eyes.

Eu utilizei o Shoulda e posso dizer que ele é muito eficiente e simples de usar. Só não apliquei os testes mais a fundo para ver como ele vai se comportar, vou esperar para meu próximo projeto.

Locaweb oferece mod_rails

Eu realmente fiquei muito feliz com esta notícia, principalmente ao saber que junto dela vem outra mais importante, que é o Fábio Akita participando da jogada. Sempre recomendei a Locaweb para os meus clientes em que desenvolvi projetos em PHP, contudo, ao saber que a Locaweb não oferecia tecnologia adequada para rodar uma aplicação Rails, fiquei muito chateado, pois com todas as experiências com hospedagem que tive, a Locaweb com certeza foi a melhor. O Fábio mencionou as reclamações com atendimento e preço, que realmente existem.

Quanto ao atendimento, os funcionários que atendem no chat não são bem preparados e muitas vezes não sabem responder as questões que eu faço para eles. Quando tento utilizar o Helpdesk para atendimento, o resultado é melhor, com certeza é alguém mais preparado respondendo as dúvidas.

Sobre o valor, como economista, tenho que dizer que dentro dos padrões da locaweb é até um preço justo, porém sinto falta daquele plano básico sem atendimento, sem o painel super completo da locaweb de preço mais acessível para que eu possa instalar o meu blog com o meu domínio de 15 reais comprado lá mesmo.

Boa sorte ao Fábio Akita e que o plano trial demonstre melhorias, estou muito frustrado ao tentar rodar uma aplicação Rails lá desde que descobri que a versão do Rails é a 1.2.3 em plena época do lançamento da 2.1.

A propósito, este blog está rodando em Rails 2.0.2, logo vou testar no Rails 2.1!

Jun 12

Não foi planejado, tampouco esperado… simplesmente aconteceu. Surgiu uma parceria com o meu amigo Fábio Riemke da Riemke Informática. Com essa parceria me permitiu trabalhar com uma hospedagem rails e utilizar o meu blog nela.

Estou utilizando Mephisto, depois de apanhar um pouquinho para configurá-lo e migrar o meu blog que era em Wordpress.

Update: Tive minha conta suspensa duas vezes na outra hospedagem, pois este sistema que está rodando aqui estava sobrecarregando-a. Não recomendo, visto que somente o mephisto não poderia sobrecarregar deste jeito.

May 07

Emacs

Desde ontem eu passei o dia procurando solução pro problema que surgiu após uma atualização do Ubuntu. Simplesmente parou de funcionar qualquer tipo de acentuação e caracter especial. Imaginem eu programando sem poder utilizar aspas duplas e aspas simples? Ainda bem que eu estava programando em Rails. A solução é muito simples, embora tenha consumido horas do meu dia. Porém, aqui vai ficar documentado para que outras pessoas não passem o que eu passei. O problema consiste em tentar utilizar por exemplo, acento circunflexo, aparece:

<dead-acute> is undefined

Quanto tentava utilizar aspas duplas, retornava o seguinte:

<S-dead-diaeresis> is undefined

A solução, que eu encontrei aqui, é simples. Remova ou renomeie os arquivos da pasta ~/.xinput.d/ e o problema estará solucionado após você reiniciar o seu computador. Aqui não teve nenhuma secuela notada a partir da remoção deste arquivo. O layout de teclado (Estilo americano com teclas acentuáveis) funciona perfeitamente.